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Personal Organizer dá dicas para organizar a cômoda do bebê

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A personal organizer Scheila Valls, proprietária da Dona Maria Organiza, responde

nesta entrevista algumas perguntas frequentes das mães sobre a organização do

quarto dos bebês. Veja como deixar mais funcional e prático este ambiente.

 

Valentina Inspira – Como deve ser organizada a cômoda do bebê nos primeiros

meses de vida?

Scheila Valls - A organização do quarto muda conforme a idade da criança, nos

primeiros meses de vida organizamos tudo para deixar prático para a mãe. Na

cômoda, o ideal é deixar as roupinhas que serão usadas nos primeiros meses de

vida nas primeiras gavetas. Nestes casos, indico o uso de colmeias organizadoras,

padronizar as dobras para melhor visualização e procurar etiquetar o modelo e

tamanho da roupa na colmeia. Todos os objetos que a criança vai usar tais como

cotonete, álcool, algodão, fraldas, lenços, enfeites de cabelos e remédios devem

estar em caixinhas organizadoras bem à mostra para que sua rede de apoio (mãe/

sogra/amiga/acompanhante) também consiga achar facilmente. Indico que fique

na primeira gaveta da cômoda. Assim seguir nas outras gavetas – procurando 

organizar cada gaveta pela idade do bebê, de 0 a 3 meses, 3 a 6 meses e assim

por diante. Quanto maior a roupa mais embaixo fica na cômoda, mas é possível

inverter a ordem das gavetas conforme o bebê for crescendo.

 

Valentina Inspira – E o que deve ficar no roupeiro do bebê?

Scheila Valls - No guarda-roupa, o ideal é colocar as roupas mais sociais, que podem amassar, podendo padronizar os cabides para a visualização ficar melhor, e deixando um espaço para calçados do bebê bem visíveis. Na parte superior do roupeiro indico guardar o que de momento não se usa, como cobertores e mantas grandes, travesseiros altos brinquedos maiores. Na parte do meio, indico guardar utilidades do dia a dia, bolsa do bebê, maquininha de leite, lençóis, toalhas de banho, e na parte inferior pode guardar coisas que o nenê vai deixando de usar para você guardar ou fazer doação. Para bebês maiores de 1 ano, a organização muda um pouco, o que antes ficava de fácil acesso na cômoda, como remédios e objetos pequenos, agora passa para o guarda-roupas, longe do alcance do bebê. Em todas as fases, aposte nos organizadores porque facilitam muito na organização dos itens.

 

Valentina Inspira – Qual o papel da caixa organizadora de brinquedos?

Scheila Valls -  Conforme a criança vai crescendo, os brinquedos já ganham seu espaço na caixa organizadora. O ideal é que a caixa seja colocada no chão, na altura do bebê e em cima de um tapete.

 

E agora que você já aprendeu tantas dicas úteis para organizar o quarto do seu bebê, que tal complementar a decoração com peças do Ateliê Simone Bartolomeu? O ateliê tem várias opções de elementos decorativos super úteis como trocador, protetor de berço, cabides forrados personalizados e muitos outros itens. Também podem ser feitas bolsas organizadoras para gavetas e partes internas do roupeiro, com identificação para remédios, roupinhas, fraldas e tudo mais que o bebê precisar (e a mãe imaginar). Confira nossa linha e encomende já seu enxoval.  

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Um mundo de cores para o seu bebê

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Dóris Antunes

A famosa escala internacional de cores Pantone anualmente elege uma cor como símbolo daquele período. A chamada “cor do ano” acaba ditando tendências na moda, na decoração e, é claro, influenciando também os quartos e enxovais de bebês que nascem naquele ano.

Em 2021, a Pantone elegeu dois tons para o ano. Esse feito já tinha acontecido em outros anos, mas agora, em um cenário de pandemia e tantas mudanças no mundo, as duas cores passaram a ter um significado especial. As cores escolhidas são Ultimate Gray (um cinza claro, bem calmo, que também remete à tecnologia) e Illuminating Yellow (um amarelo bem leve e otimista, que lembra um dia ensolarado).

A Pantone explicou que esse par de tonalidades ajudará as pessoas a fortalecerem-se com energia, clareza e esperança num mundo que está prestes a enfrentar uma incerteza crescente. Segundo Laurie Pressman, vice-presidente do Pantone Color Institute, “nenhuma cor individual poderia transmitir o significado deste momento. Todos percebemos que não podemos continuar sozinhos, e temos uma melhor compreensão de como precisamos uns dos outros, de suporte emocional e de esperança”. Por isso a decisão de escolher “duas cores independentes que se complementam”.

Para a consultora de imagem especialista em colorimetria, Dóris Antunes, quando a gente traz essa história toda para dentro de um quarto de bebê, é possível pensar no impacto que isso terá na praticidade e no estímulo da criança.  “O cinza é uma cor neutra que pode combinar com outras cores dentro do quarto. Além disso, é uma cor que acalma o que pode ser bom para o bebê”, afirma Dóris.

Em contrapartida, associar o cinza claro com o amarelo pode estimular o bebê, pois o amarelo é uma cor iluminada. Mas é preciso cuidado, pois existem crianças que são bem agitadas e com amarelo em grande volume no quarto e no enxoval podem se agitar ainda mais. E existem as crianças que são mais calminhas e quietinhas e, nesses casos, o amarelo pode ser benéfico.

Nos primeiros meses, Dóris recomenda então cores mais suaves. Além dos tradicionais azul e rosa bebê, o verde água e o lilás também são boas pedidas. Segundo a consultora, é importante que a família vá conhecendo aos poucos o temperamento da criança.  Quando o bebê ficar maiorzinho – lá pelos oito a nove meses – já é possível começar a usar cores mais estimulantes para o seu desenvolvimento nas peças do enxoval e na decoração do quarto.

A cor passa uma mensagem e há uma forte psicologia por trás das cores. Por isso, é interessante que o guarda-roupa da mamãe e do bebê possam ser coloridos. A mãe por conviver muito com a criança também estará passando essa mensagem visual e, conseqüentemente, influenciando no seu comportamento.

Cada cor passa uma mensagem, algumas são mais dinâmicas, outras mais suaves e o bebê precisa disso. Ele precisa da energia das cores.

Veja algumas dicas coloridas:

  1. Tons de amarelo, laranja, o vermelho, o coral, são cores que deixam a criança animada, alegre.

  2. Nos dias em que o bebê está mais agitado, quando tem uma consulta médica, por exemplo, a mãe pode optar por tons mais suaves, como os azuis clarinhos, lavandas, amarelinhos suaves (nem todo o amarelo excita, aquele mais lápis de cor é mais frio)

  3. Quanto mais ele usar cores, mais ele vai sentir essa vibração, então não é interessante fazer enxovais monocromáticos.

  4. Hoje não se usa mais de tudo azul para meninos e tudo rosa para meninas. As crianças podem e devem aproveitar todas as cores

  5. Também é legal combinar o look da mamãe com o bebê, usando cores análogas, que são aquelas do ladinho uma da outra no círculo cromático, criando vínculo entre os dois. A  mãe ou pai em um tom de verde mais forte e o bebê de verdinho por exemplo.

  6. Por fim, a dica é aproveitar esse mundo colorido e fazer combinações bem interessantes.

No Ateliê Simone Bartolomeu você encontra um mundo colorido de opções de enxovais e peças para decorar o quarto, além de lindos bodys personalizados para seu bebê usar no mesversário, aniversário ou qualquer ocasião especial.

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Almofadas ajudam no momento mágico da amamentação

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O momento da amamentação é mágico na vida da mãe e do bebê. Cria vínculos, nutre, previne doenças e promove saúde para a mãe e a criança. 


Mas a preparação para este momento requer uma série de cuidados. É importante que a mãe conheça seu corpo e prepare um ambiente adequado para a amamentação. 


Segundo a consultora de amamentação Diná Silva, este é um momento bem delicado na vida da mulher e é alto o índice de mulheres que acabam desistindo de amamentar. “Ela está com uma carga hormonal alterada e precisa de apoio da famíla. É nessa hora que a consultoria de amamentação pode ajudar”, comenta Diná. 


De acordo com a consultora, a partir de pesquisas científicas e com aval da Organização Mundial da Saúde (OMS),  o leite materno é o melhor alimento para o bebê, pois previne doenças futuras como diabetes, obesidade, infecções no primeiro ano de vida, desenvolvimento da inteligência. Além disso, também se torna uma opção mais econômica para as famílias, pois o leite é fornecido de graça. 


Nesta entrevista, Diná responde algumas dúvidas frequentes sobre a posição da amamentação: 
Valentina Inspira – Qual a melhor posição para amamentar?


Diná – Cada mulher deve encontrar sua melhor posição, mas recomendamos que seja em um espaço tranquilo e confortável, de preferência em uma poltrona. A mãe deve estar bem hidratada e relaxada, sem sentir dor, pois a prolactina, hormônio responsável pela produção de leite, funciona em momentos de prazer e relaxamento. 

VI – A almofada de amamentação é um acessório útil neste processo?
Diná – A almofada de amamentação pode ser muito útil para a mãe se posicionar melhor e trazer o bebê no peito. Uma boa dica é colocar na cintura da mãe, lateralizada, para que a parte mais alta possa ajudar no apoio do braço. A mulher também precisa estar bem acomodada, muitas vezes ela se preocupa em organizar o bebê e não a sua postura, o que acaba dificultando na hora de amamentar. A almofada também ajuda para bebês que têm refluxo, pois ele fica sentado no colo da mãe. 

VI – O formato meia lua é o mais indicado?
Diná - A almofada em meia lua é a mais tradicional. Mas como disse é preciso ver o espaço, a poltrona, conhecer o corpo da mulher. O importante é que a almofada ajude a mãe a apoiar o braço, pois o bebê vai pesando ao longo da mamada e pode puxar o mamilo de forma errada, provocando fissura no bico do seio. 

O Ateliê Simone Bartolomeu faz vários modelos de almofadas de amamentação, sob medida e conforme as necessidades da mãe e do bebê. Consulte e encontre o modelo ideal para uma amamentação tranquila. 
E se você quer conhecer melhor o trabalho da Diná Silva, consultora de amamentação, siga seu perfil no Instagram @dinasilvaamamente e a página no Face Diná Silva Consultoria em Amamentação.

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